A revista PLOS publicou um estudo em 2013 explicando que um espirro pode impulsionar o ar para fora do canal nasal a cerca de 4,5 metros por segundo. Se bloquearmos esse ar, ele pode voltar e causar danos na tuba auditiva e na orelha interna. Além disso, um simples espirro “preso” pode machucar o diafragma, romper um vaso sanguíneo (o que pode causar um AVC), causar surdez e tontura.
Esses sintomas são bem incomuns. No entanto, na dúvida, é melhor deixar o espirro sair livremente.

Por que espirramos?


Vírus, bactérias ou partículas de poeira são captadas por sensores dentro do nariz. Os sensores avisam os cílios, que são responsáveis por expulsar essas partículas estranhas. O nervo trigêmeo (nervo craniano responsável por transmitir mensagens da face para o cérebro) identifica a irritação e avisa o cérebro, fazendo com que os músculos das costas e do abdômen se contraiam, causando a saída do ar.
A luz artificial ou o sol, quando batem nos olhos, também podem causar a vontade de espirrar em algumas pessoas. Isso ocorre porque o nervo óptico, responsável por mandar o sinal para fechar os olhos, fica perto do trigêmeo, que entende como uma irritação na região nasal.
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