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Menosprazol 60 cáps - Aliado contra a Azia, má digestão e baixo aproveitamento nutricional

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  • Descrição

    Menosprazol 


    Menosprazol é um composto desenvolvido e manipulado pela Central Farma com a finalidade de ajudar a melhorar e preservar a saúde digestiva. Esta fórmula apresenta ativos que não apenas contribuem para combater sintomas da má digestão, como também auxiliam na recuperação do equilíbrio fisiológico e otimizam a reposição de nutrientes que geralmente encontram-se deficientes em casos de alterações gástricas. 

    Betaína HCL: Trata-se de um composto contendo ácido clorídrico em sua composição. É uma excelente alternativa para reposição de ácido no estômago em quadros de hipocloridria (diminuição da secreção ácida), ajudando, desta forma, a melhorar a capacidade digestiva e aproveitamento nutricional.

    Pepsina: A pepsina é uma enzima responsável pela digestão de proteínas e seus níveis tornam-se deficientes mediante à diminuição da secreção ácida. A hipocloridria, além de prejudicar a digestão proteica, reduz a atividade das enzimas pancreáticas. Portanto, a suplementação pode ajudar a evitar ou reverter estes prejuízos.

    Lactobacillus reuteri: Este é um microrganismo vivo (probiótico) que auxilia na modulação da microbiota intestinal e ajuda a evitar a proliferação de Helicobacter pylori (bactéria causadora de infecções gastrointestinais). 

    Aloe vera: Popularmente conhecida como babosa, a Aloe vera é um vegetal rico em compostos bioativos com atividades extremamente benéficas à saúde. No estômago, tem efeito antiulcerogênico e ajuda a regular a secreção ácida adequadamente.

     Alcaçuz e Espinheira santa:: Assim como a Aloe Vera, o Alcaçuz e a Espinheira Santa são fitoterápicos adaptógenos que também atuam na modulação da secreção de ácido, ajudando na prevenção de distúrbios gástricos.

    Alecrim: Conhecido por suas diversas propriedades medicinais, o alecrim atua como antioxidante, anti-inflamatório e gastroprotetor. Contribui para prevenir e atenuar lesões, alterações morfológicas e inflamações gástricas. 

    Metilfolato e Metilcobalamina: O metilfolato e a metilcobalamina são as formas ativas do ácido fólico e da vitamina b12, respectivamente. Ambas vitaminas fazem parte do complexo B e são essenciais para diversos processos bioquímicos no organismo. A absorção e aproveitamento destes nutrientes torna-se extremamente comprometida em pessoas com hipocloridria e outros distúrbios digestivos. Sendo assim, a suplementação pode contribuir expressivamente para a prevenção de diversas doenças.
    Consumo inadequado de antiácidos: Muitas vezes o problema é a FALTA de acidez, não excesso

    Os “prazóis”, fazem parte da classe dos Inibidores da Bomba de Prótons (omeprazol, etc), que são medicamentos antiácidos utilizados para reduzir a secreção de ácido no estômago. Embora seja necessário em alguns casos clínicos, o uso prolongado destes fármacos, frequentemente consumidos de maneira indiscriminada e sem orientação médica, é reconhecido por desencadear uma série de prejuízos à fisiologia digestiva e ao estado de geral de saúde de maneira extremamente ampla e significativa. 

    Em sua normalidade, o pH do suco gástrico deve ser extremamente ácido. Quando este pH encontra-se acima dos níveis normais, caracteriza a condição de hipocloridria (diminuição da secreção ácida). O estado de hipocloridria, principalmente mantido por longos períodos, leva ao comprometimento da capacidade de digestão e aproveitamento de nutrientes da dieta. Outro aspecto importante, é que também provoca alterações da microbiota intestinal, aumentando a susceptibilidade a infecções gastrointestinais, inclusive por Helicobacter pylori.
    Quais podem ser as consequências da hipocloridria?


    • Distúrbios gástricos e intestinais;

    • Baixo aproveitamento nutricional;

    • Deficiência de vitamina B12, folato, ferro, magnésio e cálcio;

    • Doenças neurodegenerativas;

    • Declínio cognitivo;

    • Anemias carenciais, como anemia ferropriva e megaloblástica (perniciosa);

    • Hipercloridria rebote;

    • Problemas ósseos;

    • Doenças crônicas não-transmissíveis;

    • Maior risco de desenvolvimento de neoplasias e tumores no trato digestivo;

    • Maior susceptibilidade a infecções gastrointestinais;


    A relação entre o consumo indiscriminado de IBP’s e o aumento da incidência de tumores e outros distúrbios gástricos já vem sendo apontada em estudos científicos. Sabe-se que a inibição da secreção ácida pelos “prazóis” por períodos prolongados causa o aumento de um hormônio chamado gastrina, provocando a hipergastrinemia. O excesso deste hormônio pode induzir o desenvolvimento de hiperplasia (multiplicação celular excessiva) de células estomacais, úlceras gástricas, esofagite, neoplasias no esôfago, tumores carcinóides na Síndrome de Zollinger-Ellison e na gastrite atrófica.
    Como saber se tenho hipocloridria?

    A má digestão provoca a manifestação de alguns sintomas que podem indicar que o estômago não está produzindo ácido suficiente. Entre eles, podemos citar:

    • Excesso de gases frequentemente;

    • Azia ou queimação;

    • Desconforto ou dor após a refeição;

    • Sensação de “estômago alto”;

    • Sensação de “estufamento” após comer carne vermelha ou refeições muito proteicas.


    Estes sintomas, quando ocorrem com frequência, devem ser entendidos como um sinal de alerta. Procure um especialista para investigar e tratar o problema adequadamente. 
    Como ocorre e qual a importância da secreção de ácido gástrico?

    Sabe-se que o suco gástrico é essencial para o processo digestivo, sendo indispensável não apenas a quebra de macromoléculas, como também para a ativação de enzimas digestivas. A pepsina, uma enzima responsável pela digestão proteica, é liberada pelas células parietais em sua forma inativa, pepsinogênio. Para ser convertida para a sua forma ativa, necessita estar em contato com o pH ácido (pH 2). Ao mesmo tempo, os peptídeos protéicos obtidos a partir do processo digestivo, influenciam a ativação de enzimas pancreáticas, como amilase e lipase. 

    Pode-se dizer, portanto, que pH do suco gástrico impacta não apenas a digestão de proteínas, como de todos os macronutrientes e na absorção de vitaminas e minerais, principalmente da vitamina B12, folato, ferro, cálcio e magnésio. Os alimentos não digeridos adequadamente são utilizados como substrato energético pela microbiota gastrointestinal, podendo haver a geração de metabólitos que alteram a permeabilidade intestinal e aumentam o risco de desenvolvimento de outras patologias, como disbiose intestinal, supercrescimento bacteriano no intestino delgado (SIBO), e até mesmo neoplasias dependendo do tipo de alimentação. 

    Além disso, uma vez que as bactérias são sensíveis ao pH, a secreção ácida é importante para o controle da população microbiana do trato digestivo. Devido sua ação bacteriostática, em condições fisiológicas adequadas, diminui a susceptibilidade a infecções intestinais. Também reduz as chances de proliferação da bactéria Helicobacter pylori, frequentemente associada a lesões gástricas como gastrite crônica e úlceras pépticas desencadeadas por um processo inflamatório persistente induzido por este patógeno.
    Mas como um pH tão ácido não lesiona o estômago?

    Por ser extremamente ácido, as células parietais do estômago secretam muco e bicarbonato mediante o estímulo das prostaglandinas. Deste modo, forma-se uma barreira gastroprotetora para que a elevada acidez não provoque lesões à parede estomacal, garantindo que a ação do ácido venha a atuar somente sobre os alimentos. Vale a pena mencionar, que o consumo excessivo de antiinflamatórios não esteroidais, por inibirem a ação das prostaglandinas, também prejudica a proteção estomacal, aumentando o risco de lesões gástricas. 
    Como ocorre a regulação da secreção ácida?

    O organismo humano utiliza diferentes vias para estimular a secreção de ácido gástrico, que ocorre através da ação da acetilcolina, gastrina, hormônio cuja única função conhecida é assegurar este mecanismo, e histamina. Outro fato importante, é que a secreção varia ao longo do dia, sendo menor no período de jejum, por exemplo, ou quando o cortisol (“hormônio do estresse”), encontra-se em níveis mais elevados. 

    Alguns estímulos, como o cheiro dos alimentos, o ato de cozinhar ou aguardar a chegada da refeição, induzem a liberação de acetilcolina pelo nervo vago, que por sua vez faz com que a secreção ácida comece a aumentar. Quando o alimento chega ao estômago promovendo a distensão do órgão, ocorre o aumento da liberação da gastrina, e consequentemente, de mais ácido. A partir do momento que o alimento passa pelo piloro e alcança o duodeno, a secreção ácida começa a ser inibida. 

    A histamina é um neurotransmissor envolvido em vários processos bioquímicos. Além de estimular a secreção de ácido no estômago, a histamina é um importante mediador inflamatório e seus níveis elevam-se durante respostas alérgicas. Em alergias alimentares, por exemplo, a continuidade do consumo dos alimentos relacionados ao quadro alérgico pode induzir a hipercloridria, condição caracterizada pelo excesso de ácido, promovendo lesões gástricas.
    Alterações da secreção ácida

    Algumas desordens gastrointestinais, como úlceras gástricas e duodenais, doença do refluxo gastroesofágico e esofagite erosiva, frequentemente demandam intervenção farmacológica com objetivo de cessar os sintomas, promover a cicatrização e prevenção de novas lesões. Medicamentos antiácidos, como os IBP 's podem ser utilizados para esta finalidade terapêutica, por diminuírem a secreção ácida no estômago. 

    Entretanto, o uso crônico e indiscriminado destes fármacos, está associado ao risco de desenvolvimento de diversas complicações em decorrência da hipocloridria. A diminuição da secreção de ácido no estômago, ou hipocloridria, também pode ser causada pelo estresse crônico, sobretreinamento (overtraining), deficiências nutricionais, gastrite atrófica, infecção por Helicobacter pylori, idade prematura, idade avançada, carência de vitaminas do complexo B, zinco, magnésio, ferro e cálcio. 
    O que posso fazer para ajudar a preservar a minha saúde digestiva?

    Alguns hábitos podem contribuir de forma muito positiva para a manutenção da saúde digestiva. Ter consciência do ato de se alimentar, evitar o consumo de líquidos e distrações no momento das refeições, mastigar bem os alimentos, são exemplos de práticas que embora pareçam pouco impactantes, ajudam muito a estimular mecanismos importantes para melhorar a digestibilidade. Também é fundamental a realização de práticas que colaborem para o controle do estresse, evitar a automedicação e principalmente o uso indiscriminado de medicamentos supressores da secreção gástrica. 
  • Especificação

    Composição

    Composição1 dose = 2 Cápsulas

    Betaína HCL 150mg
    Pepsina 15mg
    Lactobacilos Reuteri 1 BLH (Bilhão)
    Aloe Vera 100mg
    Alcaçuz 50mg
    Alecrim 15mg
    Espinheira Santa 15mg
    Metilfolato L-5-MTHF 50mcg
    Metilcobalamina 150mcg

    Modo de Usar

    RecomendaçõesRecomenda-se de 2 a 4 cápsulas ao dia.
    Consulte um especialista.

    Advertências

    AdvertênciasEm caso de hipersensibilidade descontinuar o uso deste produto.

Menosprazol 


Menosprazol é um composto desenvolvido e manipulado pela Central Farma com a finalidade de ajudar a melhorar e preservar a saúde digestiva. Esta fórmula apresenta ativos que não apenas contribuem para combater sintomas da má digestão, como também auxiliam na recuperação do equilíbrio fisiológico e otimizam a reposição de nutrientes que geralmente encontram-se deficientes em casos de alterações gástricas. 

Betaína HCL: Trata-se de um composto contendo ácido clorídrico em sua composição. É uma excelente alternativa para reposição de ácido no estômago em quadros de hipocloridria (diminuição da secreção ácida), ajudando, desta forma, a melhorar a capacidade digestiva e aproveitamento nutricional.

Pepsina: A pepsina é uma enzima responsável pela digestão de proteínas e seus níveis tornam-se deficientes mediante à diminuição da secreção ácida. A hipocloridria, além de prejudicar a digestão proteica, reduz a atividade das enzimas pancreáticas. Portanto, a suplementação pode ajudar a evitar ou reverter estes prejuízos.

Lactobacillus reuteri: Este é um microrganismo vivo (probiótico) que auxilia na modulação da microbiota intestinal e ajuda a evitar a proliferação de Helicobacter pylori (bactéria causadora de infecções gastrointestinais). 

Aloe vera: Popularmente conhecida como babosa, a Aloe vera é um vegetal rico em compostos bioativos com atividades extremamente benéficas à saúde. No estômago, tem efeito antiulcerogênico e ajuda a regular a secreção ácida adequadamente.

 Alcaçuz e Espinheira santa:: Assim como a Aloe Vera, o Alcaçuz e a Espinheira Santa são fitoterápicos adaptógenos que também atuam na modulação da secreção de ácido, ajudando na prevenção de distúrbios gástricos.

Alecrim: Conhecido por suas diversas propriedades medicinais, o alecrim atua como antioxidante, anti-inflamatório e gastroprotetor. Contribui para prevenir e atenuar lesões, alterações morfológicas e inflamações gástricas. 

Metilfolato e Metilcobalamina: O metilfolato e a metilcobalamina são as formas ativas do ácido fólico e da vitamina b12, respectivamente. Ambas vitaminas fazem parte do complexo B e são essenciais para diversos processos bioquímicos no organismo. A absorção e aproveitamento destes nutrientes torna-se extremamente comprometida em pessoas com hipocloridria e outros distúrbios digestivos. Sendo assim, a suplementação pode contribuir expressivamente para a prevenção de diversas doenças.
Consumo inadequado de antiácidos: Muitas vezes o problema é a FALTA de acidez, não excesso

Os “prazóis”, fazem parte da classe dos Inibidores da Bomba de Prótons (omeprazol, etc), que são medicamentos antiácidos utilizados para reduzir a secreção de ácido no estômago. Embora seja necessário em alguns casos clínicos, o uso prolongado destes fármacos, frequentemente consumidos de maneira indiscriminada e sem orientação médica, é reconhecido por desencadear uma série de prejuízos à fisiologia digestiva e ao estado de geral de saúde de maneira extremamente ampla e significativa. 

Em sua normalidade, o pH do suco gástrico deve ser extremamente ácido. Quando este pH encontra-se acima dos níveis normais, caracteriza a condição de hipocloridria (diminuição da secreção ácida). O estado de hipocloridria, principalmente mantido por longos períodos, leva ao comprometimento da capacidade de digestão e aproveitamento de nutrientes da dieta. Outro aspecto importante, é que também provoca alterações da microbiota intestinal, aumentando a susceptibilidade a infecções gastrointestinais, inclusive por Helicobacter pylori.
Quais podem ser as consequências da hipocloridria?


  • Distúrbios gástricos e intestinais;

  • Baixo aproveitamento nutricional;

  • Deficiência de vitamina B12, folato, ferro, magnésio e cálcio;

  • Doenças neurodegenerativas;

  • Declínio cognitivo;

  • Anemias carenciais, como anemia ferropriva e megaloblástica (perniciosa);

  • Hipercloridria rebote;

  • Problemas ósseos;

  • Doenças crônicas não-transmissíveis;

  • Maior risco de desenvolvimento de neoplasias e tumores no trato digestivo;

  • Maior susceptibilidade a infecções gastrointestinais;


A relação entre o consumo indiscriminado de IBP’s e o aumento da incidência de tumores e outros distúrbios gástricos já vem sendo apontada em estudos científicos. Sabe-se que a inibição da secreção ácida pelos “prazóis” por períodos prolongados causa o aumento de um hormônio chamado gastrina, provocando a hipergastrinemia. O excesso deste hormônio pode induzir o desenvolvimento de hiperplasia (multiplicação celular excessiva) de células estomacais, úlceras gástricas, esofagite, neoplasias no esôfago, tumores carcinóides na Síndrome de Zollinger-Ellison e na gastrite atrófica.
Como saber se tenho hipocloridria?

A má digestão provoca a manifestação de alguns sintomas que podem indicar que o estômago não está produzindo ácido suficiente. Entre eles, podemos citar:

  • Excesso de gases frequentemente;

  • Azia ou queimação;

  • Desconforto ou dor após a refeição;

  • Sensação de “estômago alto”;

  • Sensação de “estufamento” após comer carne vermelha ou refeições muito proteicas.


Estes sintomas, quando ocorrem com frequência, devem ser entendidos como um sinal de alerta. Procure um especialista para investigar e tratar o problema adequadamente. 
Como ocorre e qual a importância da secreção de ácido gástrico?

Sabe-se que o suco gástrico é essencial para o processo digestivo, sendo indispensável não apenas a quebra de macromoléculas, como também para a ativação de enzimas digestivas. A pepsina, uma enzima responsável pela digestão proteica, é liberada pelas células parietais em sua forma inativa, pepsinogênio. Para ser convertida para a sua forma ativa, necessita estar em contato com o pH ácido (pH 2). Ao mesmo tempo, os peptídeos protéicos obtidos a partir do processo digestivo, influenciam a ativação de enzimas pancreáticas, como amilase e lipase. 

Pode-se dizer, portanto, que pH do suco gástrico impacta não apenas a digestão de proteínas, como de todos os macronutrientes e na absorção de vitaminas e minerais, principalmente da vitamina B12, folato, ferro, cálcio e magnésio. Os alimentos não digeridos adequadamente são utilizados como substrato energético pela microbiota gastrointestinal, podendo haver a geração de metabólitos que alteram a permeabilidade intestinal e aumentam o risco de desenvolvimento de outras patologias, como disbiose intestinal, supercrescimento bacteriano no intestino delgado (SIBO), e até mesmo neoplasias dependendo do tipo de alimentação. 

Além disso, uma vez que as bactérias são sensíveis ao pH, a secreção ácida é importante para o controle da população microbiana do trato digestivo. Devido sua ação bacteriostática, em condições fisiológicas adequadas, diminui a susceptibilidade a infecções intestinais. Também reduz as chances de proliferação da bactéria Helicobacter pylori, frequentemente associada a lesões gástricas como gastrite crônica e úlceras pépticas desencadeadas por um processo inflamatório persistente induzido por este patógeno.
Mas como um pH tão ácido não lesiona o estômago?

Por ser extremamente ácido, as células parietais do estômago secretam muco e bicarbonato mediante o estímulo das prostaglandinas. Deste modo, forma-se uma barreira gastroprotetora para que a elevada acidez não provoque lesões à parede estomacal, garantindo que a ação do ácido venha a atuar somente sobre os alimentos. Vale a pena mencionar, que o consumo excessivo de antiinflamatórios não esteroidais, por inibirem a ação das prostaglandinas, também prejudica a proteção estomacal, aumentando o risco de lesões gástricas. 
Como ocorre a regulação da secreção ácida?

O organismo humano utiliza diferentes vias para estimular a secreção de ácido gástrico, que ocorre através da ação da acetilcolina, gastrina, hormônio cuja única função conhecida é assegurar este mecanismo, e histamina. Outro fato importante, é que a secreção varia ao longo do dia, sendo menor no período de jejum, por exemplo, ou quando o cortisol (“hormônio do estresse”), encontra-se em níveis mais elevados. 

Alguns estímulos, como o cheiro dos alimentos, o ato de cozinhar ou aguardar a chegada da refeição, induzem a liberação de acetilcolina pelo nervo vago, que por sua vez faz com que a secreção ácida comece a aumentar. Quando o alimento chega ao estômago promovendo a distensão do órgão, ocorre o aumento da liberação da gastrina, e consequentemente, de mais ácido. A partir do momento que o alimento passa pelo piloro e alcança o duodeno, a secreção ácida começa a ser inibida. 

A histamina é um neurotransmissor envolvido em vários processos bioquímicos. Além de estimular a secreção de ácido no estômago, a histamina é um importante mediador inflamatório e seus níveis elevam-se durante respostas alérgicas. Em alergias alimentares, por exemplo, a continuidade do consumo dos alimentos relacionados ao quadro alérgico pode induzir a hipercloridria, condição caracterizada pelo excesso de ácido, promovendo lesões gástricas.
Alterações da secreção ácida

Algumas desordens gastrointestinais, como úlceras gástricas e duodenais, doença do refluxo gastroesofágico e esofagite erosiva, frequentemente demandam intervenção farmacológica com objetivo de cessar os sintomas, promover a cicatrização e prevenção de novas lesões. Medicamentos antiácidos, como os IBP 's podem ser utilizados para esta finalidade terapêutica, por diminuírem a secreção ácida no estômago. 

Entretanto, o uso crônico e indiscriminado destes fármacos, está associado ao risco de desenvolvimento de diversas complicações em decorrência da hipocloridria. A diminuição da secreção de ácido no estômago, ou hipocloridria, também pode ser causada pelo estresse crônico, sobretreinamento (overtraining), deficiências nutricionais, gastrite atrófica, infecção por Helicobacter pylori, idade prematura, idade avançada, carência de vitaminas do complexo B, zinco, magnésio, ferro e cálcio. 
O que posso fazer para ajudar a preservar a minha saúde digestiva?

Alguns hábitos podem contribuir de forma muito positiva para a manutenção da saúde digestiva. Ter consciência do ato de se alimentar, evitar o consumo de líquidos e distrações no momento das refeições, mastigar bem os alimentos, são exemplos de práticas que embora pareçam pouco impactantes, ajudam muito a estimular mecanismos importantes para melhorar a digestibilidade. Também é fundamental a realização de práticas que colaborem para o controle do estresse, evitar a automedicação e principalmente o uso indiscriminado de medicamentos supressores da secreção gástrica. 

Composição

Composição1 dose = 2 Cápsulas

Betaína HCL 150mg
Pepsina 15mg
Lactobacilos Reuteri 1 BLH (Bilhão)
Aloe Vera 100mg
Alcaçuz 50mg
Alecrim 15mg
Espinheira Santa 15mg
Metilfolato L-5-MTHF 50mcg
Metilcobalamina 150mcg

Modo de Usar

RecomendaçõesRecomenda-se de 2 a 4 cápsulas ao dia.
Consulte um especialista.

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AdvertênciasEm caso de hipersensibilidade descontinuar o uso deste produto.

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